E3 2015 | Resumo da conferência PC Gaming Show

Depois de ficar 1 hora esperando, já que o horário não era as 21h como foi divulgado e sim as 22h (Horário de Brasília), o evento feito pela revista PC Gamer e bancado pela AMD começa exaltando os games para PC. O esquema da “conferência”, digamos assim, foi abandonado e passou a ser de talk show, com os produtores e desenvolvedores iam sendo entrevistados por um único apresentador.

Como já vimos grandes IP’s nas conferências principais, vou me atentar a comentar apenas o que for mais pertinente como, por exemplo, Killing Floor 2. Não gosto do estilo, nem de zumbis, mas é o que tá tendo.

Rising Storm 2: Vietnam também foi anunciado. Veja o que foi apresentado:

O que não foi mostrado, por outro lado, foi o gameplay de Deus Ex, que deu as caras nesse evento. Confira:

Depois de um tempo rolando, coisas de Total War e afins, eis que surge Phill Spencer, CEO da divisão Xbox da Microsofte larga que Killer Instinct vai sair pra PC, com direito a crossplataform. Isso, logicamente, é uma resposta direta para o, agora exclusivo, Street Fighter V da Capcom no console da Sony. Ainda não satisfeito, anunciaram Fable Legends e, também, o Gears of War Ultimate Edition. Isso é bom? Não sei. Para mim, é.

Para os amantes de caminhão, a série de sucesso Euro Truck Simulator ganha um irmão, o America Truck Simulator.

Muita conversa, muita entrevista, muita arte conceitual. E, no meio disso tudo, apareceram com um filhote de Minecraft com Quake. Esse filho de tiquinho se chama Strafe e eu não me empolguei muito não (te amo por isso, Bethesda).

O criador de Elite: Dangerous apresentou um novo jogo: Planet Coaster. Um jogo no qual você poderá criar um parque de diversões. Não que isso seja inovador ou novidade, mas é bonitinho, né? (é o PC Siqueira ali?)

A Bohemia, depois de apresentar trocentos jogos que já vimos, apresentou um Take on Mars, onde você poderá criar bases, explorar a Lua e uma base orbital. Não vi isso com Anno 2205? Quase.

A Devolver Digital apareceu para mostrar um “Enter de Gungeon“, como se fosse um RPGzinho, com visão de cima, tipo Zelda, mas com armas. Muitas armas.

Todo mundo achando que a Blizzard iria surpreender ou trazer alguma grande novidade, mas só veio com expansões no bolso. Primeiro de Heroes of the Storm, depois, de Starcraft II.

Finalizando, No man Sky, confirmando que não será exclusivo apenas no PS4. Terá, também, para PC. E na data do lançamento.

Para não dizer que não falei das outras coisas, foram anunciados/divulgados/falados:
Star Citizen, Gigantic (como na da Microsoft), EVE Valkirye, ION (também falou-se dele na conferencia da Microsoft), a expansão “The White March – Part 1” do jogo Pillars of Eternity, a expansão “Heart of Thorns” de Guild Wars 2, Hitman, a expansão “Tanoa” de Arma III, Beyond Eyes (também falado na conferência da Microsoft), Dirty Bomb (que já é um jogo há tempo disponibilizado no Steam), Tacoma, SOMA, DayZ e Project Bluestreak.

A “conferência” foi muito arrastada, quase parando. O esquema de Talk show que eu comentei no começo, não virou. Ficou maçante. Deixou os jogos em segundo plano. Até misteriozinho a AMD fez para mostrar sua nova GPU. Sei lá, deveria ter sido MAIS.

Mas foi a primeira. Quem sabe nos próximos anos não melhoram, não é (tomara!!)?

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Rogério Lima

Rogério Lima

Gamer desde 1993, aos 11 anos, quando ganhou seu 1º SNES e é fanático por informação desde a N.º 1 da Super Game Power. Hoje, é colecionador de jogos e consoles, os quais guarda com carinho.

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